Desisto fácil por conta de um desajuste. Nem insisto.
Te desobrigo. Prescindo das companhias, e suporto a minha. Por pura falta de opção.
Meu apego é efêmero; minha lembrança, curta.
Me lanço, e me recolho. Típico das profundezas.
Anoto, e depois risco.
Imagino, e não concretizo. Esforço, mínimo.
Cultivo ciclos curtos, horas as vezes. Meses, no máximo.
Ainda canto, mas apenas as parcas canções que me comovem.
Sigo as palavras no papel, as que me incitam.
E me espalho, aqui e ali, as vezes.
Só para me esvaziar.
q solitário, suave é viver só! (alguém dizia isto, não lembro quem)
ResponderExcluirsó pra provocar: pega o que escreveu e transforme numa imagem cênica? rs... acho que vai ficar bem legal.
Nunca tinha me dado conta que, por vezes, espalha-se para esvaziar. Caramba!
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